28 set

Diálogo entre Leonardo Boff e Dalai Lama

Arquivado em: Pensamentos — Pedro Mello @ 19:36

Leonardo Boff disse que certa vez, no intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos na qual participava junto com o Dalai Lama, perguntou-lhe com certa malicia, mas também com interesse teológico, em seu inglês capenga:

- Santidade, qual é a melhor religião?

Leonardo esperava que ele dissesse algo como “é o budismo tibetano” ou “são as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo”. Mas o Dalai Lama se limitou a fazer uma pequena pausa, dar um sorriso e um olhar bem direto em seus olhos, deixando-o até desconcertado por saber da malicia que continha sua pergunta.

Em seguida disse:

- A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito. É aquela que te faz melhor.

Leonardo, para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltou a perguntar:

- O que me faz melhor?

E o Dalai Lama respondeu:

- Aquilo que te faz mais compassivo, aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável, mais ético. A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião!

Leonardo se calou, maravilhado, e até os dias de hoje pensa sobre sua resposta sábia e irrefutável.

Não me interessa a tua religião ou mesmo se você tem ou não religião. O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo.

25 set

Estacionamento grátis

Arquivado em: Pensamentos, Vídeos — Pedro Mello @ 19:06

Recebi um e-mail com um vídeo maravilhoso que mostra como podemos mudar a vida das pessoas com um simples elogio. É longo, mas vale a pena.

11 set

Café da manhã no McDonald’s

Arquivado em: Pensamentos — Pedro Mello @ 20:07

Esta é uma bela história e é também uma história real, por favor, leia-a até o fim.  Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade. A última aula que assisti foi de sociologia.

O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser. O último projeto do curso era simplesmente chamado “Sorrir”.

A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações. Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma.  Então, achei que isto seria muito tranqüilo para mim.

Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald’s. Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho.

Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo. Não me movi um centímetro… Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram.

Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto. Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava “sorrindo”. Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação.

Enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado, disse:

- Bom dia!

O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo. Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação. Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois. A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam e ele disse:

- Café já está bom, por favor.

Era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuíam (se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo e ele apenas queria se esquentar). Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis.

Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha. Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada. Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar. Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis.

Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse obrigado. Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse:

- Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!

Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho. Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse:

- Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!

Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros hoje algo, pois Deus nos tem dado muito. Nós não vamos muito à Igreja, porém acreditamos em Deus.  Aquele dia me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus.

Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos. Entreguei ‘meu projeto’ ao professor e ele o leu. E então, ele me perguntou se poderia dividir isto com a classe. Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto.

Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados. Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald’s, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária. Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei: ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.

Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que lerem esta mensagem e aprenderem a: AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS.

3 set

Metafísica no Mundo dos Negócios

Arquivado em: Cursos, Palestras e Encontros — Pedro Mello @ 20:43

A Numerologia Pitagórica é uma poderosa ferramenta de auto-conhecimento que pode direcionar suas decisões pessoais e profissionais.

No próximo dia 17 de setembro iniciaremos um novo curso focado na aplicação deste conhecimento no mundo dos negócios, abordando conceitos de Metafísica junto às principais técnicas de numerologia para que você aplique no seu dia a dia e obtenha os melhores resultados.

Carga Horária: 12 aulas

Horário: Quinta-feira às 20:15 horas

Valor: R$ 540 em 3 parcelas de R$ 180

Início: 17 de Setembro de 2009

Vagas: limitada a 15 participantes

Para se inscrever envie e-mail para escolacasinha@gmail.com ou para pedro@grupoquack.com.br.

3 set

Céu e Inferno

Arquivado em: Pensamentos — Pedro Mello @ 20:24

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas. 

- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno. 
 
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse: 

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável. 

- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe. 

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge. 

- Aí começa o inferno, disse-lhe o sábio mansamente. 

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento. O velho sábio continuou em silêncio. 

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz. Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou: 

- Aí começa o céu.